Antes da abordagem unicista não havia possibilidade de abordar os negócios com uma metodologia universal válida. A abordagem unicista está baseada na investigação e desenvolvimento de um modelo universal que permitisse manejar a estrutura essencial dos negócios.
Esta homologia é só uma demonstração de que, começando com a física, continuando com a biologia e terminando com o comportamento humano, as estruturas destes campos são necessariamente compatíveis e homólogas.
O objetivo desta síntese é prover um marco que sustenta a consistência entre a abordagem ontológica unicista e as ciências duras para demonstrar que não só são compatíveis, também são homólogas.
A Ontologia Unicista
A ontologia unicista descreve a natureza da realidade com a estrutura e as regras da inteligência ontogenética da natureza. Por isso tem uma estrutura lógica que permite guiar a um indivíduo na busca da natureza de algo, provendo a linguagem necessária para descrevê-la.
Os mapas ontogenéticos descrevem as estruturas ontológicas unicistas das funções de uma realidade. Estes mapas definem os impulsores, catalisadores e inibidores essenciais que definem as ações naturais destas funções.
Introdução
Depois de que a ontologia unicista foi apreendida, resulta evidente que sua estrutura é homóloga à estrutura do átomo e a biologia.
Esta homologia permite manejar de maneira totalmente confiável a natureza dos aspectos complexos de todas as ciências utilizando a mesma estrutura ontológica unicista definida pelos mapas ontogenéticos para definir o conceito de algo que precisa ser feito.
A engenharia, a eletrônica, as tecnologias de informação, as ciências do comportamento, a antropologia e a arquitetura, entre outros campos de aplicação, precisam utilizar a estrutura ontológica unicista e os mapas ontogenéticos correspondentes para poder ser apreendidas em sua natureza. Sem esta abordagem, os conceitos são simples idéias e não estruturas concretas para ser utilizadas.
Síntese
A inteligência ontogenética da natureza define que todo ser vivo tem um propósito, um princípio ativo e um princípio de conservação de energia.
Conheça mais:
http://www.unicist.com/books-pages/br/wp_ontogenetic_intelligence_br4.php
O propósito também pode ser definido como a função substantiva, o princípio ativo como a função verbal e o princípio de conservação de energia como a função adverbial.
Na física se descreve a um átomo por ter um núcleo central, composto por prótons de carga positiva e nêutrons neutros, rodeados de elétrons com carga negativa.
Os prótons de carga positiva são homólogos à função substantiva, os nêutrons neutros são homólogos à função adverbial e os elétrons de carga negativa são homólogos à função verbal. Um átomo, que tem igual número de prótons e elétrons é neutro em termos elétricos.
Os seres vivos estão evoluindo e involuindo continuamente o que implica que sempre há um desequilíbrio entre seus propósitos e suas funções ativas que é homólogo ao desequilíbrio entre prótons e elétrons.
Este desequilíbrio define a energia e influência de uma estrutura ontogenética no meio.
A função ativa e o propósito são antitéticos e suplementares, o que implica que ambos estão carregados com energia.
A função de conservação de energia e o propósito têm uma relação complementar que é evidente nos átomos onde os nêutrons permitem a integração dos prótons.
A massa de um elemento está dada basicamente pelo núcleo de sua estrutura ontológica o que significa que está composto pelo propósito e sua função de conservação de energia complementar. Mas a evolução de um ser vivo está dada pelo poder da função ativa no meio.
Ontologia Unicista das Entidades Biológicas
A ontologia unicista de uma “entidade biológica” define sua estrutura e funcionalidade no meio em que atua.
O genótipo define a estrutura genética da entidade que regula sua evolução e gera o fenótipo do ser. O objetivo do genótipo é assegurar a permanência da espécie, sua reprodução e produção.
O fenótipo define a morfologia, o comportamento e a característica física da entidade. Define as características funcionais, o poder funcional da entidade e o asseguramento de sua funcionalidade no meio.
A funcionalidade define a efetividade do fenótipo medida em termos das conseqüências adaptativas da entidade biológica no meio em que atua. A funcionalidade é medida, por um lado, em termos da capacidade de adaptação e crescimento e, por outro lado, em termos da capacidade de sobrevivência.
A compreensão da ontologia das “entidades biológicas” ajuda a seguir as leis da natureza quando se manejam processos de engenharia genética e utilizá-la para apreender a natureza de entes de vida artificial como são as instituições.
Acesse os fundamentos básicos completos em: http://www.unicist.org/br/sdp.shtml
Peter Belohlavek
NOTA: The Unicist Research Institute foi pioneiro na investigação em ciências da complexidade e se transformou em uma organização mundial descentralizada de investigação, de classe mundial, no campo dos sistemas adaptativos humanos.
http://www.unicist.org/br/turi_br.pdf