Mar
22
2013
0

O manejo de problemas complexos exige pragmatismo

A abordagem unicista das ciências da complexidade é pragmática, estrutural e funcionalista. Esta abordagem define o enquadre para investigar as ciências da complexidade e também da abordagem lógica unicista que utiliza as conclusões das investigações para sua aplicação no campo dos sistemas complexos.

Enquadre da Abordagem UnicistaFoi desenvolvida para prover uma metodologia específica para o manejo de sistemas adaptativos complexos evitando assim ter que usar as metodologias que correspondem ao campo da investigação sistêmica de aspectos da realidade.

Pragmatismo

A investigação do campo dos sistemas adaptativos complexos não permite a utilização de experimentação artificial porque modifica a conjunção de elementos que os integram.

Por isso se necessita de uma abordagem pragmática que integra a prática com a teoria. Isto implica que a abordagem das ciências da complexidade requer a integração de conhecimento confiável (teoria) com experimentação (prática) para definir a funcionalidade de um sistema complexo.

Se não estiver familiarizado com o significado da palavra pragmático, recomendamos investigar o conceito “pragmatismo” em Internet.

Tenha em conta que a gente comum considera sinônimos as palavras pragmático e prático. É uma falácia muito custosa se um procura resolver um problema complexo em uma empresa. Faria o mesmo de sempre e esperaria um resultado diferente.

Peter Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute foi pioneiro na investigação em ciências da complexidade e se transformou em uma organização mundial descentralizada de investigação, privada, de classe mundial, no campo dos sistemas adaptativos humanos.http://www.unicist.org

Feb
15
2013
0

Abordagem Lógica Unicista: Velocidade Interna da Tomada de Decisões

Uma decisão foi tomada quando foi implementada. Antes da implementação as decisões são simples expressões de desejo.

A velocidade na tomada de decisões depende do tipo de pensamento lógico da pessoa. É necessário esclarecer que a velocidade é definida como o tempo cronológico que transcorre entre o momento em que ocorre um fato novo e a implementação de uma ação real para exercer uma influência efetiva.

Quando mais evoluído esteja o pensamento lógico de uma pessoa tanto major é sua velocidade de ação:

1) O pensamento analógico leva às indecisões porque prevalecem as necessidades e crenças pessoais. Sua velocidade é “0” (zero).

2) O pensamento operacional requer fazer os estudos técnico-analíticos necessários para definir o problema e a possível solução. Este é considerado o tempo standard para a tomada de decisões.

3) O pensamento analítico permite focalizar os estudos técnico-analíticos operacionais. Isto duplica a velocidade do pensamento operativo.

4) O pensamento sistêmico (científico) focaliza em uma operação específica o que reduz o custo da preparação da tomada de decisões sobre a base da existência de uma hipótese de solução. Isto duplica a velocidade do pensamento analítico.

5) O pensamento conceitual provê a estrutura ontológica que subjaze à operação. Permite definir os impulsores essenciais da solução. Isto duplica a velocidade do pensamento sistêmico.

6) O pensamento unicista provê a compreensão dos limites da solução o que permite desenvolver um plano B (que inclui um inibidor de entropia) e um plano C (que inclui um catalisador). Isto duplica a velocidade do pensamento conceitual.

Conclusão

A velocidade interior não pode ser acelerada sem produzir resultados paradoxais.

A velocidade interior evolui com o indivíduo, mas uma aceleração súbita leva a pessoa ao pensamento analógico.

Deve se ter em conta que a massa da população tende a utilizar pensamento analógico no trabalho. Nas decisões em equipes de trabalho é necessário aceitar que um trem se move à velocidade de seu vagão mais lento (metáfora).

As velocidades mencionadas mais acima foram confirmadas empiricamente.

Comitê de Imprensa

NOTA: The Unicist Research Institute foi pioneiro no uso de uma abordagem lógica para manejar a evolução e se transformou em uma organização global descentralizada de investigação, privada, de classe mundial, no campo dos sistemas adaptativos humanos.
http://www.unicist.org

Jan
23
2013
0

Por que ir além do Dualismo?

A funcionalidade neuronal é dual. Os neurônios estão acesos ou apagados. “Dialética Dual vs. Dupla Dialética” é a batalha entre a disjunção “Ou” e a conjunção “E”.

As dialéticas duais de Hegel e Marx transformaram a abordagem dual em um mito social que proveu uma percepção sobre-simplificada da realidade e da influência sobre ela. Ambas as dialéticas são falaciosas porque não emulam a estrutura da natureza.

O pensamento dual necessariamente promove comportamentos não-adaptativos impulsionados por necessidades ideais, ideológicas, materiais, espirituais ou egocêntricas. O dualismo é necessário quando as necessidades pessoais prevalecem sobre a adaptação funcional.

A conseqüência do pensamento dual é que as pessoas acreditam no comportamento dialético. Por isso torna-se impossível se adaptar utilizando pensamento dual.

Mas a dialética dual demonstrou sua falácia para compreender e influir na evolução. A lógica unicista da dupla dialética permitiu utilizar o dualismo da funcionalidade neuronal mas emular ao mesmo tempo a funcionalidade da natureza.

No curto prazo, o uso da dialética dual transforma às pessoas em juizes da realidade em lugar de participantes responsáveis.

Você decide, de você depende…
http://www.unicist.net/br/clipboard

Comitê de Imprensa

NOTA: TURI foi pioneiro no uso de uma abordagem lógica para manejar a evolução e se transformou em uma organização mundial descentralizada de investigação, privada, de classe mundial, no campo dos sistemas adaptativos humanos.
http://www.unicist.org

Jan
16
2013
0

O Standard Unicista para o Desenho Organizacional

Efetividade OrganizacionalAs organizações são sistemas adaptativos típicos. Se não fossem, não sobreviveriam.

O Standard Unicista para o desenho de processos organizacionais requer conhecer as características reais do meio externo e interno, para desenvolver o processo sobre a base da realidade e não de uma realidade hipotética.

Cada desenho precisa integrar a eficácia e a eficiência para alcançar a efetividade que se requer para atuar no meio. Se a organização tiver dito introduzir a melhoria contínua, é necessário incluir objetos de negócio para minimizar a mudança de cada melhoria.

Os passos taxonômicos para o desenho organizacional são os seguintes:

  1. Parque Japonês – É uma prova piloto destrutiva e não destrutiva para definir o ponto de partida.
  2. Definição de Responsabilidades – Para permitir manejar a organização como um sistema adaptativo.
  3. Clarificação da Metodologia – Definição da abordagem taxonômica para manejar os processos.
  4. Definição do Objetivo Final – Confirmação do “valor de uso” do processo organizacional.
  5. Definição dos Métodos – Definição dos métodos a seguir. Estes métodos derivam da etapa 3.
  6. Avaliação e Ajuste de Custos.
  7. Validação do “valor de uso” do processo organizacional em ação.

Estes passos são taxonômicos, o que significa que se tem que respeitar a seqüência. O sistema adaptativo nasceu quando se terminou o passo 1.

Comitê de Imprensa

NOTA: The Unicist Research Institute foi pioneiro no uso de uma abordagem lógica para manejar a evolução e se transformou em uma organização global descentralizada de investigação, privada, de classe mundial, no campo dos sistemas adaptativos humanos.
http://www.unicist.org

Nov
16
2012
0

A inveja gera pobreza, conflitos e involução

A inveja é possivelmente a justificação mais poderosa para as ações degradantes e destrutivas do homem. É a conseqüência dos complexos de inferioridade e superioridade.

O propósito da inveja é gerar prazer através da destruição. A inveja está baseada na “avareza” que sentem as pessoas e seu sustento está nas relações dominadas por ciúmes. A investigação sobre a natureza da inveja utilizou como input o conceito budista.

A inveja funciona a nível não-consciente. O benefício dos invejosos está em encontrar um melhor lugar no mundo. Por isso é que destroem tomando vantagem dos invejados. Quando não podem fazê-lo, qualquer seja a razão, precisam negar sua existência, matando-os por exclusão.

A inveja necessariamente gera um processo de empobrecimento e conflitos extremos (inclusive guerras) quando o meio resiste sua destruição ou degradação. É o impulsor essencial do fundamentalismo.

O invejoso não pode aceitar racionalmente sua inveja. Por isso a substitui pelo sentimento de ciúmes ou de injustiça que precisa ser reparada.

As culturas sobre-adaptadas geram, pela falta de possibilidades de se adaptar, um contexto para as ações impulsionadas pela inveja. Nestas culturas se aceita a inveja como uma característica sustentada por mitos falaciosos para evitar sua percepção.

Como a inveja gera involução, os segmentos da cultura onde está instalada como normalidade estão em permanente luta por sua sobrevivência. Estes contextos entram cíclicamente em crises que só podem ser paliadas, com o qual se acentua sua sobre-adaptação.

O comportamento adaptativo é o contexto natural que inibe a existência da inveja.

Acesse a síntese do “Descobrimento da Ontologia Unicista dos Complexos Humanos” que está no Programa de Divulgação Científica (em inglês). Encontrará ali outras sínteses que podem ser de seu interesse: http://www.unicist.org/papers/human_complexes_en.pdf

Tradução de um artigo publicado por Peter Belohlavek em:
http://www.theoryofevolution.net/blog

Comitê de Imprensa

NOTA: The Unicist Research Institute foi pioneiro na investigação em ciências da complexidade e se transformou em uma organização mundial descentralizada de investigação, de classe mundial, no campo dos sistemas adaptativos humanos. http://www.unicist.org

Nov
09
2012
0

O menino maneja complexidade e o adulto tem que aprendê-lo

Ação-reflexão-ação é o processo necessário para manejar os aspectos adaptativos da realidade e dos negócios considerados como entidades adaptativas.

Paradoxalmente este processo o desenvolvem os meninos em forma natural, mas os adultos têm que recuperar sua capacidade de enfrentar a realidade sem medo se querem desenvolver um processo de aprendizagem baseado em ação-reflexão-ação.

Os meninos não poderiam crescer se não tivessem essa capacidade, já que a maioria dos problemas que enfrentam são complexos para eles.

A tecnologia de aprendizagem guiada por objetos definiu a estrutura que permitiu desenvolver processos de aprendizagem adaptativo para todas as pessoas que precisam manejar problemas complexos e estão dispostas a fazer o esforço de resolvê-los.

A doutrinação requer do uso de uma abordagem de teoria-prática para instalar uma teoria que regule a ação; a aprendizagem adaptativa requer uma abordagem de ação-reflexão-ação primeiro e logo um de teoria-prática. A doutrinação está baseada na segurança e a aprendizagem adaptativa está baseado na liberdade.

Os objetos de aprendizagem unicistas proveram uma abordagem para a aprendizagem adaptativa de adultos.

A tecnologia de aprendizagem guiada por objetos define quatro níveis de objetos para a integração da aprendizagem problemática e temática.

Os quatro níveis de objetos de aprendizagem são:

  1. Objetos para a construção de contextos de aprendizagem
  2. Objetos para a abertura de possibilidades
  3. Objetos para guiar a reflexão
  4. Objetos para guiar a investigação

Disto se trata a abordagem unicista da aprendizagem. O uso de objetos de aprendizagem simplifica os processos adaptativos e provê por um lado um marco de segurança lógico para aprender, enquanto que por outro lado expande os limites dos talentos das pessoas.

Acesse a síntese do “Descobrimento da Ontologia Unicista da Aprendizagem Humana” que está no Programa de Divulgação Científica (em inglês). Encontrará ali outras sínteses que podem ser de seu interesse: http://www.unicist.org/papers/ontology_learning_en.pdf

Comitê de Imprensa

NOTA: The Unicist Research Institute foi pioneiro na investigação em ciências da complexidade e se transformou em uma organização mundial descentralizada de investigação, de classe mundial, no campo dos sistemas adaptativos humanos. http://www.unicist.org

Sep
21
2012
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Comportamento adaptativo: O Parque Japonês Unicista

O Parque Japonês Unicista é um método que foi utilizado desde 1976 para avaliar o comportamento natural das pessoas que participam de sistemas adaptativos. Foi usado para validar arquétipos culturais, culturas institucionais e comportamento individual.

O propósito deste método é encontrar qual é a organização natural que utilizam as pessoas que demonstra como manejam sua funcionalidade para adicionar e ganhar valor.

Está apoiado na construção da emulação de um sistema adaptativo real integrando às pessoas para avaliar seu comportamento. A emulação do sistema adaptativo precisa ser feita conhecendo os aspectos operacionais e fundamentais do mesmo.

O primeiro aspecto que precisa ser avaliado é como as pessoas focalizam sua energia para a geração de valor agregado e se precisa medir como asseguram os resultados. Isto permite estabelecer o ponto de partida para as ações de valor agregado.

O segundo aspecto a ser avaliado é como os indivíduos manejam sua eficácia, eficiência e asseguramento de qualidade. Isto permite definir como as pessoas manejam sua estratégia de mínima para ser confiáveis.

Este método provê informação confiável sobre o que ocorre naturalmente em um meio dado.

Diego Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute foi pioneiro na investigação em ciências da complexidade e se transformou em uma organização mundial descentralizada de investigação, de classe mundial, no campo dos sistemas adaptativos humanos.
http://www.unicist.org

Aug
29
2012
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O Comportamento das Formigas e Internet é Homólogo

Na Universidade do Stanford se fez uma analogia essencial, homologia, entre a atividade das colônias de formigas e Internet. Isto só é uma confirmação da vantagem de emular a organização da Natureza.

“As formigas recolectoras se comportam de forma muito similar aos controles de tráfico de dados em Internet, revela um estudo da universidade do Stanford, nos Estados Unidos

Os investigadores as chamam “ciber-formigas”: descobriram que estes insetos determinam quantas rastreadoras devem enviar fora do ninho do mesmo modo em que os protocolos de Internet detectam quanto largo de banda há disponível para transferir informação.

O trabalho – publicado na revista PLoS Computational Biology, e que está disponível para sua leitura – foi realizado pelo Deborah Gordon, uma bióloga que estuda as formigas faz 20 anos, e Balaji Prabhakar, um cientista informático que a investigadora contatou para que a ajudasse com a investigação.”

Mais informação: http://goo.gl/kmCqA

Acesse a síntese da “Ontologia Unicista das Instituições” que está no Programa de Divulgação Científica. Encontrará ali outras sínteses que podem ser de seu interesse:
http://www.unicist.org/br/papers/ontology_institutions_br.pdf

Diego Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute foi pioneiro na investigação em ciências da complexidade e se transformou em uma organização mundial descentralizada de investigação, de classe mundial, no campo dos sistemas adaptativos humanos.
http://www.unicist.org

Aug
03
2012
0

A Abordagem Unicista para o Crescimento

Os negócios ocorrem, por definição, no futuro e cabe demarcar que o passado e o futuro não são simétricos.

A abordagem unicista utiliza tanto conhecimento fundamental como técnico analítico. Utiliza os Fundamentais de base ontológica unicista para manejar o futuro.

A lógica unicista permite inferir o futuro para diagnosticar, construir estratégias, desenhar arquitetura e construir objetos de negócio.

As ferramentas técnico-analíticas som usadas para operar os negócios.

É necessário clarificar que as tecnologias unicistas de base ontológica foram desenvolvidas para influir no futuro dos negócios para produzir crescimento.

NOTA: The Unicist Research Institute foi pioneiro na investigação em ciências da complexidade e se transformou em uma organização mundial descentralizada de investigação, de classe mundial, no campo dos sistemas adaptativos humanos.
http://www.unicist.org/br/turi_br.pdf

Jun
11
2012
0

Abordagem Unicista: O Poder da Simplicidade

A natureza, como um sistema adaptativo complexo paradigmático, está organizada por objetos. A Abordagem Unicista está baseada na emulação da natureza para manejar os negócios como sistemas adaptativos.

A Abordagem Unicista estabeleceu um novo ponto de partida para manejar os aspectos adaptativos dos negócios para organizar sua expansão. Permitiu fazer o que até agora não era possível.

Ao nível operacional, a Abordagem Unicista se materializa no uso da Organização guiada por Objetos que utiliza Objetos de Negócio para acelerar os processos e economizar energia. Estes objetos são desenhados sobre a base do conhecimento dos mapas ontogenéticos de suas funções e o uso do Standard Unicista para o desenho de processos e objetos.

Alguns exemplos paradigmáticos das tecnologias guiadas por objetos são: o marketing, a estratégia, o management, a melhoria contínua, a negociação e a liderança guiados por objetos.

Acesse o conteúdo do livro “A Abordagem Unicista dos Negócios” na Biblioteca Unicista: http://www.unicist.com/books-pages/br/unicist_approach_br6s.php

NOTA: The Unicist Research Institute foi pioneiro na investigação em ciências da complexidade e se transformou em uma organização mundial descentralizada de investigação, de classe mundial, no campo dos sistemas adaptativos humanos.
http://www.unicist.org/br/turi_br.pdf


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